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CUT convida sindicatos e trabalhadores para 1º de Maio de luta em Aracaju

30/04/2018

Dia do/a Trabalhador/a é dia de luta para a CUT

Escrito por: Iracema Corso

 

Na construção de um 1º de Maio de luta, a Central Única dos Trabalhadores (CUT) e seus sindicatos filiados estão convocando trabalhadores de Sergipe para o protesto que será realizado no Bairro 18 do Forte. A concentração está marcada para às 9h da manhã, na Pça próxima ao Colégio Governador Valadares.

 

Vice-presidente da CUT/SE, Plínio Pugliesi explica a conjuntura deste 1º de Maio, após dois anos de golpe contra a democracia brasileira. “Todas as mudanças que aconteceram pós-golpe de 2016 mudaram a vida dos trabalhadores para pior. O governo ilegítimo de Temer, sem compromisso com a vontade do povo, impôs a reforma trabalhista que acabou com grande parte dos direitos dos trabalhadores da iniciativa privada; os servidores públicos amargam cinco anos de perdas salariais; e a aposentadoria quase foi destruída também, o que só não se consumou graças às lutas organizadas pelas centrais sindicais e movimentos sociais no ano passado. Para a CUT, é imprescindível orientar os sindicatos a preservarem o 1º de Maio como sendo um dia de protestos contra o aumento da exploração.”

 

Histórico - Há 132 anos, surgia o 1º de Maio, como dia internacional de lutas. Milhares de trabalhadores ocuparam as ruas de Chicago (EUA) para protestar contra jornadas de trabalho de 15h por dia. Durante a repressão policial, mais de 100 trabalhadores foram assassinados e centenas presos. Este foi o preço da luta que conquistou a jornada de trabalho diária de 8 horas em favor dos trabalhadores de grande parte do mundo.

 

Em 1º de maio de 2018, a jornada de trabalho de 8h, conquistada há mais de 100 anos, está seriamente ameaçada no Brasil desde a destruição da CLT – uma imposição do governo golpista de Michel Temer (PMDB) que contou com o apoio da maioria do Congresso Nacional e com a conivência do Poder Judiciário, que nada fez. A partir da reforma trabalhista, os trabalhadores podem ser exigidos a trabalhar em jornadas de até 12 horas.

 

Contra o golpe e seus desdobramentos, a Central Única dos Trabalhadores convida a população a ocupar as ruas de Aracaju levando mais de 10 reivindicações na pauta de luta:

 

  • Revogação do congelamento dos Investimentos Públicos
  • Em defesa dos empregos dos servidores da FHS
  • Reajuste salarial dos Servidores estaduais
  • Revogação da Reforma Trabalhista
  • Em defesa da Soberania do Brasil
  • Contra o fechamento da FAFEN
  • Geração de Emprego e Renda
  • Em defesa da Democracia
  • Em defesa da Previdência
  • Lula Livre

 

 

 

 

 

 

 

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