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Luta e resistência marcam 1º de maio em Aracaju

01/05/2018

Em Aracaju, o dia 1º de maio de 2018 foi marcado por luta e resistência da classe trabalhadora organizada em sindicatos e movimentos sociais

Escrito por: Iracema Corso

Em Aracaju, o dia 1º de maio de 2018 foi marcado por luta e resistência da classe trabalhadora organizada em sindicatos e movimentos sociais que se somaram na construção do ato público, realizado no bairro 18 do Forte, na Pça próxima ao Colégio Gov. Valadares.

 

A Central Única dos Trabalhadores (CUT/SE), FETAM (Federação dos Servidores Públicos Municipais), o SINTESE (Professores), SINDIJUS (Judiciário), MOTU (Trabalhadores Urbanos Sem Teto), MPA (Pequenos Agricultores), SINERGIA (Eletricitários), SINDIPREV (Previdenciários e Ministério do Trabalho) SINDISAN (Urbanitários), SINDIJOR (Jornalistas), SINDASSE (Assistentes Sociais), SENGE (Engenheiros), SINDIMINA (Mineiros), SINDISEME (Servidores de Estância), SINDISERVE SOCORRO (Servidores de Socorro), SINDISERVE GLÓRIA (Servidores de Glória), SINDIPREV/SE (Previdência), SINTECT (Correios), SINDTIC (Tecnologia da Informação), o Grupo Atitude (Saúde), o Mandato da deputada estadual Ana Lúcia (PT), o Mandato do deputado estadual João Daniel (PT), o Mandato do vereador Iran Barbosa (PT), o Grupo de Estudos Karl Marx (Estância), o Comitê Marisa Letícia (Estância), o PT, PSOL, a Consulta Popular, a Unidade Popular, a UGT, o Sindicato dos Comerciários foram algumas das organizações que participaram da manifestação.

 

Há dois anos de golpe contra a democracia brasileira, o presidente da CUT/SE Rubens Marques, o professor Dudu, avaliou que não há outro caminho para o movimento sindical e social que não seja radicalizar a luta. “É preciso radicalizar mais e mais para que tenhamos respostas diferentes. Se há um golpe em curso, se temos um Judiciário que apoia tudo que acontece no Brasil que seja contra a organização da classe trabalhadora, um Judiciário que prende Lula sem provas, então o movimento sindical e social não podem dar a mesma resposta como se tudo estivesse normal”.

 

A deputada Ana Lúcia denunciou os ataques ao acampamento de resistência e apoio ao presidente Lula em Curitiba. “O fascismo avança, mata, aumenta o medo, o egoísmo, a competitividade, as calúnias e acusações irresponsáveis e infundadas. Precisamos enfrentar o fascismo. Já recebi a tarefa do Sindisan e do Sinergia em defesa da Chesf e da Fafen. Vamos agendar audiências públicas. Também vamos entregar o título de cidadão sergipano a dois militantes que fundaram a CUT/SE na época da Ditadura Militar e fizeram o movimento de resistência seja pelo Sindiquímica ou seja pelo Sindimina”, destacou.

 

 

O vereador Iran Barbosa (PT) resgatou a importância de militantes a exemplo do professor Rui Belém, presente no ato, assim como o ex-presidente da CUT/SE, Antônio Gois. “Precisamos destas pessoas de referência e da juventude que traz a força, a energia para o enfrentamento da mídia golpista. Precisamos derrotar este grande projeto que está em curso. Todo dia é dia de luta e todo lugar é lugar de luta. O que está acontecendo no Brasil é uma tentativa de derrotar tudo que foi construído. Continuemos juntos nesta luta até a vitória”.

 

 

Dirigente da CUT/SE e presidente do SINDTIC/SE, Jairo de Jesus falou sobre a necessidade da população brasileira se unir e lutar pela anulação da Reforma Trabalhista. “Existe um Projeto de Lei tramitando no Congresso Nacional, de autoria do deputado federal Paulo Paim (PT), que é o Estatuto do Trabalhador. Este projeto de lei precisa ser aprovado para anular a Reforma Trabalhista. Talvez a classe trabalhadora ainda não tenha se dado conta do prejuízo que significa a Reforma Trabalhista. Não podemos aceitar o fim dos nossos direitos”.

 

Congresso do Povo Brasileiro – A militante Jack Correia do MOTU apontou a necessidade de realização do Congresso do Povo para reorganizar o País a partir da vontade popular. “O governo do Golpe, não foi este o governo que a gente elegeu. A gente elegeu um governo que tem projeto para o pobre, o 'Minha casa, minha vida' e outras propostas para dar oportunidade de lutar e conquistar uma vida melhor. Por isso precisamos construir o Congresso do Povo e conscientizar os trabalhadores da periferia sobre a importância da gente tomar conta desse negócio chamado ‘política’. Essa reforma trabalhista é uma desgraça e não podemos aceitar que exista nenhum trabalhador pobre enganado. A gente agora tem que preparar nosso projeto de País. Não podemos aceitar nenhuma reforma imposta. O poder precisa voltar para as mãos da população. Precisamos recuperar e fortalecer a nossa democracia”. 

 

A dirigente do SINDIJOR, Caroline Rejane, também falou sobre a importância de lutar em defesa da democracia brasileira. “Este é um momento em que a classe trabalhadora deve estar unida em prol da democracia. Ninguém pense que o fato de Lula estar preso é algo que se encerra em Lula. Lula preso é um massacre à democracia, é um massacre a cada um de nós. E temos responsáveis por isso, temos um Judiciário politizado e empresas de comunicação que são a favor deste golpe. Então a nossa palavra de ordem hoje é Lula Livre!”.

 

Pauta de Luta - “Lula Livre! Fora Temer!”. A mensagem clara estava escrita em camisas, cartazes, faixas e em quase todos os pronunciamentos de lideranças sindicais e lideranças do movimento social presentes na manifestação de 1º de maio em Aracaju. Mas a lista de reivindicações que levou os trabalhadores do campo e da cidade para o protesto é mais extensa:

 

Revogação do congelamento dos Investimentos Públicos

Em defesa dos empregos dos servidores da FHS

Reajuste salarial dos Servidores estaduais

Revogação da Reforma Trabalhista

Em defesa da Soberania do Brasil

Contra o fechamento da FAFEN

Geração de Emprego e Renda

Em defesa da Democracia

Em defesa da Previdência

Lula Livre

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