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Com indicativo de greve geral, trabalhadores de Aracaju anunciam assembleia unificada

06/07/2018

Escrito por: Iracema Corso

 
Na manhã desta sexta-feira, 6/7, lideranças sindicais de diversas categorias de servidores públicos municipais de Aracaju protocolaram ofício na Prefeitura solicitando uma audiência com o prefeito Edvaldo Nogueira (PCdoB).


A paralisação puxada pelo SINDIPEMA (Professores), filiado à Central Única dos Trabalhadores (CUT/SE) e à FETAM (Federação dos Trabalhadores do Serviço Público Municipal de Sergipe), contou com a adesão de diversas categorias das áreas da saúde, assistência social, segurança e culminou num grande ato, no dia 26/06, na porta da Prefeitura, reunindo 10 sindicatos de servidores insatisfeitos. A manifestação repercutiu na mídia sergipana, mas ainda não foi o suficiente para que os dirigentes conseguissem agendar uma audiência com o prefeito.
 

Na última quarta-feira os sindicatos se reuniram para avaliar a paralisação, o ato unificado do dia 26 e o descaso da administração – que não respondeu à solicitação da bancada sindical de uma audiência com o Prefeito Edvaldo Nogueira para tratar sobre o reajuste salarial de 2017 e 2018 e o descumprimento da lei do Piso do Magistério.
 

Diante da enrolação e porque o prefeito continua se negando a receber os sindicatos, foi deliberado pelos representantes sindicais a construção de uma agenda unificada de luta. Além de protocolar um ofício na manhã desta sexta-feira solicitando novamente uma audiência com o Prefeito, os sindicatos vão convocar uma assembleia unificada com indicativo de greve para o dia 18/7, às 15h30, em local a ser definido, reunindo trabalhadores filiados ao SINDIPEMA (Professores), SINDASSE (Assistentes Sociais), SINTS, SINPSI (Psicólogos), SIGMA, SEESE, SACEMA, SINDIFARMA, entre outros.


"O ato do dia 26/6 cumpriu com seu objetivo, conseguimos mostrar à sociedade que essa gestão está  desvalorizando os professores e servidores e desrespeitando os sindicatos. O ato também foi necessário para consolidar nossa união. Criamos uma frente de luta. Estamos com indicativo de greve, não aceitaremos que essa gestão nos ignore. Juntos, fazemos mais pressão. Só não vamos aceitar calados esta política de desvalorização aos servidores", afirmou o professor Adelmo Santos, presidente do SINDIPEMA.

 
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