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6 de julho: Dia Nacional de Mobilização na luta por educação, alimento e trabalho decente

Escrito po: Marcha Mundial das Mulheres - MMM

01/07/2011

No dia 6 de julho, a CUT (Central Única dos Trabalhadores), em parceria com a Marcha Mundial das Mulheres, MST, FUP, CMP e outras entidades da CMS (Coordenação dos Movimentos Sociais), realizará um Dia Nacional de Mobilização em Defesa da Classe...

No dia 6 de julho, a CUT (Central Única dos Trabalhadores), em parceria com a Marcha Mundial das Mulheres, MST, FUP, CMP e outras entidades da CMS (Coordenação dos Movimentos Sociais), realizará um Dia Nacional de Mobilização em Defesa da Classe Trabalhadora, por educação, alimento e trabalho decente. A Marcha Mundial das Mulheres se somará às reivindicações colocadas pelo Dia Nacional de Mobilização em Defesa da Classe Trabalhadora na luta por trabalho decente, educação, defesa das reformas agrária, política e tributária, e pela transformação das condições de vida de mulheres e homens brasileiros, participando de todas as mobilizações que acontecerão por todo o país.

Para nós da MMM, reivindicar educação, alimento e trabalho decente tem absolutamente a ver com a luta das mulheres. No que tange a educação é fundamental defender a implementação do Plano Nacional de Educação (PNE), com destinação de 10% do PIB para a educação. Defendemos a ampliação do oferecimento de vagas em creches e escolas de educação infantil de qualidade, gratuitas e em tempo integral, fundamentais para a autonomia econômica das mulheres. Defendemos também um modelo de educação que leve em consideração recortes de gênero e de raça, garantindo educação não sexista e antiracista.

Continuamos a afirmar nossa defesa da reforma agrária, aprovação da PEC do trabalho escravo, e do limite de propriedade da terra para diminuir a enorme concentração existente, além da mudança do modelo agrário, com a ampliação dos recursos e de políticas publicas para a agricultura familiar, responsável por 70% dos alimentos que chegam à mesa dos(as) brasileiros(as); e da luta contra os agrotóxicos e os especuladores do agronegócio.

Seguiremos lutando por uma reforma política que amplie os canais democracia direta, fortaleça a democracia representativa e institua elementos como a lista fechada e a paridade de gênero, garantindo às mulheres mais possibilidades de participação política. E por uma reforma tributária que seja progressiva com base na renda e no patrimônio.

Procure a CUT, o MST, a FUP, a CMP e o Comitê Estadual da Marcha Mundial das Mulheres e engaje-se nesta importante mobilização.
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